Saiba como proteger seus filhos das principais doenças infantis

Saiba como proteger seus filhos das principais doenças infantis

Todo pai, mãe ou responsável se preocupa com a saúde e bem-estar de suas crianças e, em maior ou menor grau de apreensão, procura protegê-las de situações que possam colocar em risco sua saúde física ou diminuir suas defesas biológicas, as deixando vulneráveis a um maior número de vírus e bactérias, por exemplo.

As crianças têm naturalmente o sistema imunológico mais delicado que o dos adultos, pois ainda estão em processo de formação de anticorpos e mecanismos de combate a doenças ao longo da vida.

No entanto, alguns cuidados podem evitar o contágio ou a progressão de males à saúde e ajudar as crianças a passarem por essa fase de maior suscetibilidade a doenças. Confira:

Hepatite, diarréia e intoxicação: mantenha a higiene e fortaleça o organismo:

Uma boa alimentação, que seja diversificada e contenha alimentos com diferentes tipos de propriedades nutritivas e vitaminas, poderá ajudar o organismo de seu filho a ser mais forte e resistente.

Além disto, cuidados essenciais com o momento da alimentação, como higienização das mãos e do local em que são feitas as refeições e cuidados no preparo são essenciais para garantir proteção contra intoxicações e até mesmo problemas como diarréias e infecções intestinais, que podem levar à desidratação. A higiene previne até outros males, como a hepatite.

O ideal é ensinar a criança a lavar as mãos com frequência (principalmente antes de comer) e em caso de acometimento, procurar beber muito líquido e procurar a ajuda de um profissional de saúde.

Dengue e zika vírus

Causando grande preocupação pelo alto número de casos ultimamente, as chances de contrair dengue e zika vírus (que são transmitidos pelo mesmo mosquito) podem diminuir se algumas medidas forem tomadas, como observação dos locais na residência que costumam acumular água. Verifique vasos de flores, pneus e demais objetos que possam ser foco do mosquito.

Invista também no uso de repelentes com frequência e até instalação de redes protetores nas janelas.

É essencial estar atento aos sintomas (como dor atrás dos olhos, nas articulações e erupções cutâneas) e procurar imediatamente ajuda médica em caso de suspeita.

Gripes, resfriados, otites, pneumonias… Cuidados dobrados!

Gripes e resfriados são uma das queixas mais comuns entre as crianças. Nestes casos, ingerir bastante líquido ajuda, como também alimentos à base de vitamina C, que aumentam a prevenção no organismo.

A gripe em si é causada por vírus (na verdade não apenas um, mas uma diversidade de tipos). Garantir a vacinação, principalmente contra influenza A (que esteve em campanha) é altamente recomendado, pois as crianças são grupos de risco.

Já o resfriado pode ser causado por situações de frio, resfriamento repentino do corpo e até garoa, por isso a importância de roupas adequadas ao clima e evitar exposição à chuvas (mesmo que fracas), protegendo inclusive de uma evolução para pneumonia, que causa internações infantis recorrentes e, que se não for tratada, pode ser fatal.

Evitar contato com pessoas que estejam com sintomas também é prudente, assim como não frequentar locais fechados em épocas de epidemia.

Otite – Toucas de proteção nas orelhas, ou mesmo arcos com pelúcia na ponta, ajudam a “quebrar” o vento frio, diminuindo a ocorrência de dores de ouvido.

Rinite ou Sinusite – De olho nas doenças respiratórias:

Muito por conta da poluição, o ar nas cidades grandes têm se tornado mais seco e com menor qualidade, o que favorece o desenvolvimento de doenças respiratórias e alergias, bem como inflamações, rinite e sinusite.

Rinite e sinusite podem ser evitadas com cuidados na limpeza do ambiente e eliminação de poeiras ou pelos (de animais e tecidos, por exemplo) para quem é alérgico ou mais sensível.

Procure também manter os ambientes de maior permanência da criança umidificados, o que ajuda a minizar os efeitos desses problemas. Você pode fazer isso com a ajuda de um umidificador, molhando uma toalha e colocando no quarto ou deixando um balde de água no recinto.

Mas cuidado: neste caso também é preciso ter atenção à proliferação de ácaros! Estes microrganismos têm afinidade pela umidade excessiva e, sempre que possível, é recomendável abrir as janelas para que a casa tenha tempo de “secar” ou “tomar sol” para evitar o bolor.

Lembre-se: a intenção é que o umidificador não “umidifique” o ar em si, mas o torne mais equilibrado.

Asma

Esta é uma das doenças mais arriscadas do trato respiratório por ter potencial de ocasionar extrema falta de ar, até perda de sentidos, e danos mais sérios.

Tosse, chiado no peito e lacrimejar são comuns para crianças que apresentam asma. Ao menor sinal ou suspeita do problema, procure o serviço de saúde.

E você, toma estes cuidados com seu filho? Tem alguma dúvida ou sugestão que queira compartilhar conosco? Aproveite este espaço!

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