Depois do tactel nos uniformes, agora é a vez do strike

O uso de uniformes escolares por crianças e adolescentes, além de ser um símbolo de pertencimento à instituição de ensino, que dessa forma agrega todos os alunos a um determinado universo, carrega em si uma infinidade de outros aspectos. Em início de ano escolar, por exemplo, os pais, mães e responsáveis saem correndo às escolas em busca de novas trocas de uniformes escolares.

Para facilitar essa rotina dos responsáveis pelos alunos, a maioria das escolas já mantém fornecedores contratados dentro da instituição para atendimento nos horários mais fáceis para os pais, geralmente na entrada e saída das aulas. Há fornecedores, entretanto, que, mais do que isso, colocam sites de e-commerce para a venda dos uniformes e isso assegura a tranquilidade em relação à aquisição.

Além desses aspectos mais práticos mencionados, os uniformes escolares carregam em si uma verdadeira história de uma moda bem específica. Os modelos escolhidos ao longo dos anos, em geral, são conservadores, afinal eles são feitos primordialmente para dar conforto e segurança aos alunos e também para durarem o máximo que puderem.

Nos tecidos, agora é a vez do strike

A questão dos tecidos a serem utilizados para a confecção de uniformes escolares ainda não foi normatizada, mas a verdade é que a tecnologia têxtil evoluiu muito e a maioria dos fabricantes ainda não acompanhou esse processo, o que poderia favorecer bastante o conforto dos alunos.

A tecnologia têxtil desenvolvida inicialmente para roupas esportivas está migrando para os uniformes escolares, que se tornam mais confortáveis tanto em baixas como altas temperaturas. A partir da helanca, ou poliamida, nome técnico para o nylon, desenvolvido nos Estados Unidos na década de 1930, e principal tipo de tecido empregado nos uniformes escolares no Brasil, os uniformes passaram pela fase do moletom e do moletinho.

Mais recentemente esses tecidos cederam espaço para o tactel, conhecido pelas suas características de repelir a água.  Hoje ele já está sendo substituído por outro tipo de tecido, considerado ainda melhor para a finalidade dos uniformes escolares, tanto pela leveza como pela versatilidade: o strike. Utilizado mundialmente pela Nike, New Balance, Timberland e Reebok em suas roupas e calçados esportivos, ele é um tecido 100% poliéster com uma elasticidade mecânica natural, ou seja, não contém fio de elastano.

E a escola do seu filho? Os uniformes acompanham as tendências sem deixar de lado a segurança e conforto dos pequenos?

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